O Itaú BBA promoveu duas alterações em sua carteira recomendada de small caps para novembro de 2026, segundo informações divulgadas pela instituição. Saíram do portfólio as ações da Yduqs (YDUQ3) e da Pague Menos (PGMN3). Entraram os papéis da Smart Fit (SMFT3) e da OceanPact (OCPT3).
Com as mudanças, a seleção passa a reunir Smart Fit, OceanPact, SLC Agrícola (SLCE3), Panvel (PNVL3), Orizon (ORVR3), LOG (LOGG3), Irani (RANI3), Fleury (FLRY3), 3tentos (TTEN3) e Iguatemi (IGTI11). Todos os ativos têm peso equivalente de 10% no portfólio.
Teses das novas entradas
De acordo com o Itaú BBA, a inclusão da Smart Fit adiciona exposição a uma companhia com diversificação geográfica, crescimento estrutural e menor dependência da economia brasileira. A instituição destaca que a operação em outros países da América Latina representa parcela relevante dos resultados e tende a ser beneficiada pela depreciação do real. O TotalPass é apontado como avenida adicional de crescimento e ganho de escala para a empresa.
Sobre a OceanPact, o banco afirma que a entrada aumenta a exposição da carteira ao setor de petróleo e gás, em momento em que os preços da commodity seguem sustentados. O Itaú BBA avalia que a companhia pode se beneficiar da demanda por serviços marítimos e das sinergias decorrentes da combinação com a CBO, que devem começar a aparecer a partir do segundo trimestre de 2027.
Contexto da carteira
A carteira recomendada de small caps é uma seleção periódica de ações de menor capitalização de mercado elaborada pelo Itaú BBA. As alterações para novembro foram divulgadas pela instituição e repercutidas pelo Money Times.

