O democrata Jon Ossoff foi reeleito para uma vaga no Senado dos Estados Unidos pelo estado da Geórgia, informou o G1. Ele disputou o cargo com o republicano Mike Collins.
De acordo com a reportagem, Ossoff era o único senador democrata em exercício que buscava a reeleição em um estado onde o presidente Donald Trump venceu em 2024.
Perfil e popularidade
O G1 descreve Ossoff, de 39 anos, como frequentemente comparado a Barack Obama em estilo e carisma. Ainda segundo a reportagem, o ex-presidente fez elogios ao candidato em um comício na semana anterior à eleição, citando o aprendizado de Ossoff com John Lewis.
A fonte afirma que Ossoff vive um momento de grande popularidade e menciona que um comentário dele sobre um suposto vínculo entre Trump e sua assistente Natalie Harp viralizou nas redes sociais. O texto também registra que ele diz não ter interesse nas eleições para a Casa Branca, mas que uma pesquisa recente apontou que ele venceria o vice-presidente JD Vance e o secretário Marco Rubio em um eventual confronto em dois anos.
Temas da campanha
Conforme o G1, a campanha de Ossoff ao Senado centrou-se em ataques a Trump pela condução da guerra contra o Irã e pelo tratamento dos arquivos de Jeffrey Epstein. A reportagem reproduz trecho de um discurso do candidato em que ele critica o presidente e sua família, menciona custos de seguros e cortes no Medicaid e afirma que o país foi levado à guerra com mentiras.
O texto informa ainda que Ossoff é o primeiro senador judeu da Geórgia e o mais jovem da Casa. Segundo a fonte, ele criticou Israel e votou contra a venda de armas ao país durante a guerra em Gaza, o que levantou desconfiança de parte da comunidade judaica.
O G1 relata também que Ossoff atacou o rival Mike Collins por vínculos com a extrema direita, citando que o deputado foi alvo de investigação do Comitê de Ética da Câmara e de denúncias de postagens antissemitas e supremacistas feitas por seu genro.

