Os eleitores dos Estados Unidos votam nesta terça-feira (3) nas eleições de meio de mandato, as chamadas midterms, informou o G1. O veículo preparou uma página especial para acompanhar a disputa e a apuração dos votos em tempo real, com mapas por estado para Câmara, Senado e governos estaduais.
Renovação parcial do Congresso
Segundo o G1, o Congresso americano é renovado parcialmente a cada dois anos. Quando a eleição ocorre na metade do mandato presidencial, recebe o nome de midterms. A ferramenta do veículo também mostra quantas cadeiras cada partido ainda precisa conquistar para alcançar a maioria na Câmara ou no Senado, com barra de placar atualizada conforme os resultados são divulgados.
Apuração descentralizada
O G1 explica que os Estados Unidos não têm um órgão que centralize a apuração, como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no Brasil. Cada estado tem autonomia para organizar as eleições, e os procedimentos de votação e contagem variam pelo país. Em alguns estados e condados a votação é feita em cédulas de papel, enquanto outros usam urnas eletrônicas; também é possível votar pelo correio.
Por essa complexidade, conforme o veículo, a apuração pode levar dias, já que cada estado faz a própria contagem. O público pode ter que esperar até depois de 3 de novembro para saber qual partido terá maioria na Câmara e no Senado.
Projeções da imprensa
O G1 afirma que a projeção de vencedores antes da contagem oficial é feita por veículos de imprensa. O g1 e a Globo, como a maioria das redes internacionais, adotam os dados da Associated Press (AP). A agência atua há 180 anos na cobertura e apuração de eleições americanas e conta com cerca de 4.000 repórteres espalhados por distritos e escritórios eleitorais de condados para checar dados, segundo o texto.
A AP não faz diretamente a contagem manual dos votos, trabalho realizado pelas autoridades eleitorais locais. A agência pode declarar um vencedor em determinado estado antes mesmo de 100% dos votos serem contados, quando uma equipe de análise avalia que a vantagem do candidato à frente não pode ser revertida.
O material do G1 é uma apresentação da ferramenta de acompanhamento da apuração e não traz resultados eleitorais nem projeções de vencedores.

