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InternacionalEleições nos EUA: setores que podem ganhar ou perder com avanço democrata, segundo analistas
Relatório de agências e casas de análise aponta energia limpa, habitação e saúde entre possíveis beneficiados por um bom desempenho democrata, enquanto IA, data centers e defesa podem enfrentar mais escrutínio no Congresso.
InternacionalAtaques cibernéticos atingem refrigeração de supermercados na Europa
Redes na Bélgica, Luxemburgo, Suécia e Estônia relatam problemas em sistemas de refrigeração; um mês antes, hackers elevaram temperaturas a 50°C em supermercados franceses, causando incêndios e perdas de alimentos.
NegóciosSebrae leva à COP31 estratégia de bioeconomia e ampliação de plataforma climática
Entidade planeja lançar Estratégia de Bioeconomia e expandir o Empreender Clima para um universo potencial de cerca de 24 milhões de negócios brasileiros, além de assinar memorando com organização turca.
EconomiaItaú, Axia e Prio estão entre os balanços do 3T26 previstos para a semana
Com os mercados fechados na segunda-feira por causa do feriado de Finados, a temporada de resultados do terceiro trimestre de 2026 será retomada na terça-feira, com ISA Energia, e segue até sexta, com Paranapanema. Itaú, Axia e Prio estão entre os destaques.
EconomiaFinados: bancos, B3, Correios e INSS fecham; Pix funciona normalmente
Feriado de Finados suspende atendimento presencial em bancos e agências dos Correios, cancela o pregão da B3 e fecha unidades do INSS. Canais digitais e Pix seguem disponíveis, segundo a Febraban e as instituições citadas.
EconomiaMidterms nos EUA podem alterar agenda econômica de Trump e afetar dólar e juros no Brasil
Eleições de meio de mandato nos EUA, nesta terça-feira (3), renovam toda a Câmara e 35 cadeiras do Senado; analistas ouvidos pelo g1 apontam efeitos possíveis sobre gastos, impostos e regulação, com reflexos no dólar e nos juros brasileiros.
EconomiaPresidente do G24 alerta para risco da dívida crescente em países em desenvolvimento
Taiwo Oyedele, presidente do G24, afirma que países em desenvolvimento pagam cerca de US$ 500 bilhões a mais por suas dívidas do que os desenvolvidos e pede financiamento mais acessível do FMI e do Banco Mundial.
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