A Prio (PRIO3) informou que sua produção de petróleo e gás em setembro atingiu a média de 192,6 mil barris de óleo equivalente por dia, um aumento de 3,5% em relação a agosto. Segundo dados operacionais divulgados pela companhia, o crescimento foi impulsionado principalmente pelo desempenho dos campos de Peregrino e Albacora Leste.
O Méliuz (CASH3) anunciou a aprovação, em assembleia geral extraordinária, da redução de seu capital social em R$ 160 milhões, sem cancelamento de ações e sem distribuição de caixa aos acionistas. De acordo com comunicado divulgado na noite de segunda-feira (5), a medida foi aprovada por entender que o capital era excessivo e servirá para constituir uma reserva de capital no mesmo valor.
A Helbor (HBOR3) informou que a HBR Realty (HBRE3) lançou uma oferta pública de permuta para aquisição do controle da construtora, com o objetivo de cancelar o registro de companhia aberta e sair do segmento Novo Mercado da B3. A oferta foi feita ao preço de R$ 2,52 por ação e envolve até a totalidade das ações da companhia, sendo liquidada por meio da troca de um papel da Helbor por 0,815 de ação da HBR.
Em outro destaque corporativo, a Viveo (VVEO3) comunicou que um incêndio atingiu um dos prédios da unidade de produção de adesivos da Cremer, sua controlada integral, em Blumenau (SC), por volta das 5h30. Segundo fato relevante divulgado na segunda-feira (5), o fogo foi controlado com a atuação do Corpo de Bombeiros e da brigada de emergência da unidade. A empresa avalia os danos e o impacto operacional.
O setor de varejo também está no radar, com discussões sobre o possível fim da escala 6x1. Segundo especialistas ouvidos pelo Money Times, a mudança levanta questões que precisariam ser endereçadas em curto espaço de tempo e impactam especialmente empresas de menor porte, em um contexto de juros elevados, mudanças no comportamento do consumidor, bets, resultado de eleições e alterações da Reforma Tributária.

